O inefável Pires de Lima depois de ter tomado consciência de que aquilo a que chama ironia ou excentricidade não passou afinal de um episódio de auto humilhação e de uma criancice indigna de um membro do governo (talvez porque não se sinta membro do governo - ninguém lhe liga a não ser o outro a quem também já ninguém liga nenhuma). Disse lá nas berças onde teve de ir fazer de conta que se sentia ministro, que "hoje não serei criativo.". O País agradece. Sobretudo porque aquilo a que ele chama criatividade embaraça o já degradado estado em que se encontra a imagem que este governo exala para o mundo.
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