É por estas façanhas que eu nunca comprei nada no Pingo Doce. Primeiro foram os depedimentos de empregados com HIV (já se esqueceram? Eu não.), agora comportam-se como verdadeiros beduínos do capital. São nómadas sem pátria. Levam o dinheiro para onde lhe convém sem olhar às necessidades do País.
Este "trabalhador", como se intitula o dono da Jerónimo Martins, tomou à letra o incentivo do primeiro-ministro e do Relvas, saíu da "zona de conforto" e "emigrou" o capital para onde os impostos são mais baixos, aliviando Portugal do encaixe em impostos desta multinacional da doce joaninha. Isto também revela a falta de solidariedade europeia no que respeita à harmonização fiscal.
O Reino da Companhia da Indias Ocidentais está-se maribando para a situação orçamental dos seus parceiros da União Europeia. Mais uma vez estão a tramar Portugal estes países do Norte que tanto se fartam de "trabalhar" com o dinheiro dos outros.
Os ratos do capital provam mais uma vez a sua natureza anti-Estados e antisocial. Só o capital conta e vai fazer companhia à Sonae do Belmiro do Continente que já está nos países reles, perdão, Países Baixos há muitos anos.
segunda-feira, janeiro 02, 2012
Os nómadas do capital
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