Ontem tive uma sensação de déjà vu, antoniano. Com tanta insistência dos jornalistas a querer saber a data em que António Costa deixaria a Câmara de Lisboa, senti que uma frase assassina lhe ia saltando da boca para fora. Mas não aconteceu. António Costa resistiu, conteve a frase e disse "Não há nada a clarificar. O meu mandato na câmara municipal é até 2017, não creio que tenha acontecido alguma coisa que tenha constituído um impedimento para este mandato”. Mas por momentos quase se adivinhou um "Qual é pressa, hã? Qual é a pressa?". Costa passou exemplarmente a primeira rasteira da pressão jornalística.
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